Dobradinha petista pela agricultura

20/06/2014 - 11:56

deputados reunidos com o ministro Berzoini 2

O senador Wellington Dias e o deputado federal Jesus Rodrigues, ambos do PT,  estão empenhados na aprovação da Medida Provisória 636/13. A MP, entre outras coisas, dispõe sobre as dívidas dos assentados da reforma agrária relacionadas à habitação e também  autoriza que órgãos estaduais devidamente habilitados possa  fazer registro, classificação, padronização e inspeção das bebidas de origem vegetal (a exemplo de sucos e polpas de frutas).  Wellington Dias é o relator da Medida e Jesus Rodrigues é o autor da emenda.  O texto beneficia principalmente as cooperativas de produtores de polpas de frutas. No Piauí os produtores dos tabuleiros seriam alguns dos grandes beneficiados.

Sem avanços

20/06/2014 - 09:30

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ela segunda vez este ano a Comissão de Direitos Humanos da OAB Piauí visitou a Penitenciária Irmão Guido, 14 km de Teresina. Em janeiro a Comissão  esteve no local e em fevereiro emite relatório sobre a situação da penitenciária. As tentativas da OAB com relação a Penitenciária vem desde setembro de 2012 quando a Comissão da Ordem foi proibida de entrar no local. A Ordem não divulgou se houve algum avanço e melhorias em relação as condições do local desde o relatório emitido pela Comissão em fevereiro.

Coluna do dia – A matemática de cada um

20/06/2014 - 06:06

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A matemática de cada um

Enquanto o governador Zé Filho se desdobra para garantir o PSDB em seu palanque, os adversários acreditam que este é o melhor caminho para selar a vitória de Wellington Dias ainda no primeiro turno.

A oposição é capaz de apostar que os tucanos não levam para a coligação percentual de votos capaz de bater a diferença identificada pelas pesquisas já realizadas até hoje que apontam boa diferença e vantagem para o senador petista.

Já o governador, espera e espera muito do PSDB. Acredita que os mais de 20 anos de reinado tucano na capital, o maior colégio eleitoral do Estado, será a mola propulsora para alavancar a sua candidatura, juntamente com o grande número de partidos e candidatos em seu palanque.

Neste último ponto, vale lembrar que Governo do Estado e Prefeitura de Teresina estarão em sintonia, do mesmo lado, com ampla margem e estrutura de campanha.

O fato é que, nos últimos 20 anos, as eleições majoritárias têm um histórico de polarização e acirramento com pequenas diferenças entre vencedor e derrotado. Seja no primeiro ou segundo turno

A marcha da fé

Que Copa que nada! Impressionante mesmo foi a Marcha para Jesus que reuniu, pasmem, cerca de 250 mil evangélicos pelas ruas da capital.

O evento que acontece há 13 anos contou com o suporte de 10 trios elétricos para um percurso de 4 quilômetros.

 

Firmino Filho e Zé Filho aparecem juntos diante dos fiéis

Firmino Filho e Zé Filho aparecem juntos diante dos fiéis

 

Não custa fazer uma “fezinha”
A Marcha para Jesus, como não poderia deixar de ser, reuniu também muitos políticos.
O governador Zé Filho e o prefeito Firmino Filho fizeram parte do percurso juntos. E, a certa altura, encontraram com o senador Wellington Dias. Pose para fotos e silêncio sobre política.

 

Primeira mão
Há quatro dias, em absoluta primeira mão, os leitores do blog foram informados que o ex-prefeito Sílvio Mendes tinha topado o desafio e aceito compor como vice do governador Zé Filho e o anúncio aconteceria, nesta sexta, dia 20.
Também leram que o resultado do julgamento do STF seria crucial para a formalização da aliança entre PSDB e PMDB.

 

Compasso de espera
Zé Filho e Sílvio Mendes acertaram os ponteiros, mas ainda ainda faltam alguns detalhes. Ao contrário do informado, preferem arrastar a história e vitaminar a expectativa, concentrando todas as atenções e comentários da imprensa, até a véspera da convenção.
Inteligente esse povo. Estratégia boa essa para minimizar os holofotes sobre o time adversário.

 

Dois em um
Tucanada em compasso de espera e peemedebistas em caldo de pinto.
É este o cenário, nesta sexta, com o aumento dos rumores e da certeza de que o governador Zé Filho prometerá palanque para Aécio Neves no Piauí.

 
Vale pro Chico e pro Francisco
Os correligionários do Zé Filho vão pedir para que opte pela neutralidade, não assuma um candidato e libere apoiadores para votar no candidato de sua preferência. Assim como fez Paulo Skaf, candidato do PMDB, ao governo de São Paulo.
Mais: vão alegar que o candidato a senador da chapa, Wilson Martins, já vota em Eduardo Campos.

 
Black blocs não deram ibope
As manifestações contra a Copa do Mundo têm acontecido nas cidades sede do mundial no país. Mas, nem de longe, lembram o belo espetáculo da democracia um ano atrás, quando o povo foi às ruas para demonstrar suas insatisfações.
Agora, uma turma de mascarados, os black blocs tenta, sem sucesso, chamar a atenção. Já perderam nas oitavas, desclassificados por falta de participantes, educação e noção.

Coluna do dia – Zé Filho é incógnita para Wellington Dias

19/06/2014 - 08:38

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Zé Filho é incógnita para Wellington Dias

Pelo que se viu e ouviu, ontem, já se sabe qual será o tom do discurso da oposição que encabeçada pelo senador Wellington Dias: “incoerência do governador Zé Filho”, como disse o deputado federal Jesus Rodrigues.

A declaração do parlamentar tem como base a possibilidade do governador bancar o palanque para o tucano Aécio Neves, em detrimento do apoio esperado à campanha de reeleição da presidenta Dilma. Também foi lembrado por Jesus Rodrigues o embaraço peemedebista com a saída de Marcelo Castro e a escolha de Zé Filho para encabeçar a campanha da situação. “Este é o jeito Zé Filho de ser, mudando o discurso”, completou Jesus.

A verdade é que não há muito mais que se falar mesmo não. Só recapitulando para o leitor, Zé Filho era vice de Wilson Martins que era vice de Wellington Dias. Desencontraram-se nos objetivos e, sem muita novidade na história política, a oposição saiu do útero do Governo.

Também é verdade que Zé Filho sempre se manteve em posição de neutralidade. Na Assembleia Legislativa, nunca teve atritos ou se indispôs politicamente. No Governo, passou batido nas querelas e disputas por cargos ou posições, mesmo com a informação de bastidor que teve secretaria negada para uma pessoa bem próxima ao então vice-governador.

Agora, Zé Filho é praticamente “apresentado” à sociedade e aos políticos e, até mesmo, à imprensa.

Não por menos, outro dia, o senador Wellington Dias questionava a uma fonte “como era o Zé Filho?”, revelando que conhecia bem o ex-deputado Antônio José Moraes Souza, o pai do governador, mas não sabia como era o filho.

 

PT x PMDB

Confusão entre os aliados do plano nacional em função de Wellington Dias e Zé Filho estarem em palanques distintos? Essa briga, essa disputa eleitoral é fichinha diante do que se anuncia em São Paulo.

No maior colégio eleitoral do país, a confusão é grande promete ficar maior ainda. Basta lembrar os personagens envolvidos e os maiores interessados.

Em São Paulo, o PT tem o ex-ministro Padilha como candidato do lado esquerdo do peito de Lula, seu maior cabo eleitoral e incentivador. Padilha figura com 3% nas pesquisas até agora.

Do outro lado, o PMDB tem o empresário Paulo Skaf, presidente licenciado da FIESP, como candidato do vice-presidente Michel Temer, igualmente seu maior cabo eleitoral e incentivador. Skaf está com 20% nas pesquisas até agora.

 

Trio estrelado

Corre sem muita simpatia entre os aliados a informação de que o PSB que ficar isolado no campo das coligações proporcionais para deputado estadual e federal.

A confiança maior é no trio estrelado – Rubens Martins, Wilson Brandão e Gustavo Neiva – que tem a promessa de muitos, muitos votos. Coisa do tipo, cada um com a votação suficiente para levar outro.

 

Palpite bom

Até que não somos de jogar confete. Ainda mais olhando para o umbigo. Mas, vale o registro aqui da informação dada aos leitores do blog, em primeira mão, sobre o resultado da votação no Supremo Tribunal Federal, ontem, que garantiu a permanência do número de deputados federais.

Também vale lembrar que na coluna de ontem foi registrado o palpite sobre o resultado final da votação. A nossa impressão e avaliação foi certeira.

 

Nova data para ministro

O Ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirma agenda no Piauí no próximo dia 27 de junho.Dessa vez, a previsão é de permanecer somente na capital para tratar do programa “Mais Médicos”.

A informação é do presidente da Funasa, Henrique Pires, que despachou com o Ministro na noite desta quarta, dia 18, sobre este e outros assuntos.

 

Aécio promete Novo Nordeste

A campanha nacional promete ser bem mais animada com a mudança no ninho tucano de José Serra para Aécio Neves. O presidenciável, que já desponta com vantagem em estados da região sul e sudeste, avançou com sua simpatia para o Nordeste, principal reduto eleitoral da presidenta Dilma Rousseff (PT).

E começou pela terra do ex-governador Eduardo Campos, também pré-candidato pelo PSB. Em Pernambuco, o tucano prometeu choque de infraestrutura e um “Novo Nordeste”, programa específico para a região que será conhecido na campanha eleitoral.

 

Lá e cá

O problema na campanha de Aécio Neves é bem parecido com a do correligionário Sílvio Mendes no Piauí. Ambos têm boa perspectivas de votos, chances de eventual vitória. Mas, lhes faltam “musculatura” (pra usar o termo aqui do próprio Sílvio).

Faltam os devidos apoiamentos políticos, lideranças que façam chegar ao eleitorado as propostas dos candidatos e, assim, lhes garantam não só chances, mas chances reais de vitória. E, posteriormente, a dita governabilidade.

 

Wellington Dias entre os 300

Chamou atenção da grande mídia, nesta quarta, um documento divulgado em apoio e defesa do ex-ministro José Dirceu com o apoio de 300 nomes.

A questão é que a carta pública também faz duras críticas ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Joaquim Barbosa, em função da relatoria e penas aplicadas aos acusados no processo do mensalão do PT.

Do Piauí, identificados pelo blog, além do senador Wellington Dias, o jornalista Álvaro Carneiro, e Zenaide Lustosa, ex-diretora da extinta Cepisa.

STF: 7×3 – bancada do Piauí é mantida

18/06/2014 - 19:37

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Com sete votos favoráveis e 3 contra, está mantido o mesmo número de deputados federais para as eleições de outubro próximo. Por consequência, não haverá alteração no número de deputados estaduais a serem eleitos em outubro próximo. A Assembleia Legislativa do Piauí permanece com 30 parlamentares. O voto do ministro relator, Gilmar Mendes, foi vencido.

O julgamento de hoje no Supremo Tribunal Federal coloca um fim ao drama que começou em março do ano passado quando o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) determinou, através de resolução a diminuição das bancadas de 8 estados e o aumento das bancadas de cinco.  Gilmar Mendes havia emitido parecer pela inconstitucionalidade da Lei Complementar que restabeleceu as bancadas e favorável a resolução do TSE.

Depois de 10 anos acompanhando a questão, como advogada eleitoral e depois como parlamentar, a tese da deputada Margarete Coelho (PP) de que cabe ao Congresso regulamentar lei especificando números de bancada também venceu. “Foi uma vitória para o Piauí. Foi árdua, não só para o Piauí, mas para todos os estados”, afirmou a deputada.

Já o deputado federal Paes Landim, que acompanhou a votação disse que  com esse resultado não é necessário mais nenhuma preocupação em relação a quantidade de vagas. “A Justiça foi estabelecida”, afirmou.

Na foto, a deputada Margarete Coelho (PP) com o deputado federal Marcelo Castro (PMDB) e  o advogado Joelson Dias, que fez a sustentação oral em defesa da Adin impetrada pelo Piauí, direto do plenário do Supremo Tribunal Federal.

Voto de Gilmar Mendes sobra para Nazareno Fonteles

18/06/2014 - 16:28

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Sobrou para o ex-deputado federal Nazareno Fonteles hoje (18) durante a sessão do STF (Supremo Tribunal Federal). O ministro Gilmar Mendes, relator das Ações que questionam a redução do número de vagas para deputados, votou pela manutenção da resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) diminuindo as vagas de deputados federais no Piauí, Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco, Paraná, Paraíba, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Entre os seus argumentos, o ministro citou ser temerário aceitar que o Congresso, através de lei possa mudar decisões das cortes, no caso o TSE. Para ilustrar sua tese o ministro citou por mais de três vezes o ex-deputado a PEC 33 de sua autoria.

“É isso que quer aquele deputado Nazareno de tal”, afirmou Gilmar Mendes. Pela interpretação do ministro, em o STF validando a Lei Complementar editada pelo Congresso que fixa no número de deputados, estaria abrindo a porta para que o que propõe a PEC de autoria do ex-deputado piauiense.

A PEC 33 prevê que o Congresso possa anular decisões do Supremo Tribunal Federal, mas não chegou a ser votada