Coluna do dia – A adesão de Gil Paraibano

27/07/2014 - 08:54

 

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A adesão de Gil Paraibano

Há poucos dias noticiamos a união de opositores em Picos – a deputada Belê e o prefeito Kléber Eulálio – em torno da campanha de reeleição do governador Zé Filho. Hoje, a situação não é tão favorável assim ao peemedebista. É que o ex-prefeito Gil Paraibano, tio da deputada Belê e seu maior financiador político, aderiu à campanha de Wellington Dias. Não só mudou de lado, como anunciou que também mudará de partido. Seguirá para o Partido Progressista, do senador Ciro Nogueira. Este último, aliás, o grande articulador da adesão de Gil. Um trabalho que já vem sendo maquinado há algum tempo e se intensificou nas duas últimas semanas com grandes propósitos. O primeiro, claro, atrair votos para Wellington Dias em Picos e na região. E o segundo é minar uma das principais regiões onde Zé Filho e Wilson Martins, principalmente, concentra o maior número de lideranças.

 

Sílvio Mendes, o piloto

Não é a primeira vez que o ex-prefeito Sílvio Mendes prefere o volante num ato político do que participar da carreata como candidato, pedindo votos. Pode até ser uma jogada de marketing, mas talvez fosse melhor mostrar a sintonia com o candidato a governador e senador, acenando para populares.

Afinal de contas, é o maior cabo eleitoral, juntamente com Firmino Filho que está em Paris.

 

Robert Rios, o co-piloto

Bem quisto pelo eleitorado teresinense, o deputado Robert Rios foi chamado a participar da carreata de Zé Filho.  Ao lado de Sílvio Mendes, exerceu a função de co-piloto na região sul de Teresina.

Zé Filho e Wilson Martins estavam, literalmente, de carona.

 

Google Earth é usado para construção de barragem

A obra da barragem de Atalaia em Corrente foi projetada com base em dados fornecidos pelo Google Earth. O serviço de locação, que se configura como a escolha do melhor local para construção da barragem, não foi feito com medições locais e, sim, pelo Google.

A informação foi prestada pelo engenheiro da obra ao prefeito Jesualdo Cavalcanti.

 

Desvalorização de terrenos atrapalha Barragem

A desapropriação de terrenos na região da Barragem de Atalaia tem enfrentado algumas barreiras. O baixo preço dos terrenos é o primeiro. Estão pagando R$ 520 por hectare num baixão que será inundado. Ninguém aceita o preço, uma vez que o valor justo seria de R$ 3 mil por hectare.

Alguns proprietários da parte mais alta, que são menos valorizadas, estão recebendo R$1.010,00 por hectare em desapropriações feitas pela Prefeitura Municipal.